Na sessão da Câmara de Vereadores desta terça-feira, 17, a vereadora Bete Eccel (PT) criticou a postura de Jorginho Mello (PL) na agenda em Brusque nesta segunda-feira, 16. O governador disse que a antecipação do governo federal na habilitação da oncologia no Hospital Azambuja, em Brusque, foi "picaretagem".
Bete diz que o momento é de "se juntar e não dividir". Ela celebrou a garantia de repasse anual do governo federal para atendimento oncológico nos hospitais Azambuja e Imigrantes.
"Quero ser muito clara: não quero discutir quem é o "pai da criança". Quem vai receber o atendimento, quer ter o atendimento próximo à sua casa. Essa conquista demorou, mas agora é uma realidade que está posta. Eu falo isso com muito alegria, porque acompanhei de perto, estive em Brasília dialogando. Fazer política é garantir que as coisas aconteçam na vida das pessoas".
Para a vereadora, a habilitação não pode se transformar "em ataques políticos rasos e sensacionalismo".
"Para mim, é lamentável que uma autoridade venha a Brusque atacar um partido político. Esse tipo de fala não ajuda ninguém, não melhora o atendimento e não salva vidas. Escolho reafirmar, o que é mais importante para Brusque é que agora temos estrutura para atender a população".
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Líder do PL na Câmara, Leonardo Schmitz parabenizou Jorginho Mello pela entrega e disse que Ana Paula Lima, deputada federal do PT, que cumpriu agenda nos hospitais da cidade na sexta-feira, 13, "atacou primeiro".
"O governo federal fez visitas, mas nada tinha sido feito. Eu quero discutir sim que é o pai da criança. O PT gosta de polemizar".
Pedro (PL) destacou a iniciativa de vereadores anteriores e criticou a demora para habilitar a oncologia. "Foi quase uma gravidez, demorou nove meses. Quem tem câncer, não tem tempo para esperar. Por isso, estávamos dando atenção a isso. Os hospitais daqui já tinham a estrutura e equipe para trabalhar".
O vereador Cacá Tavares (Podemos) disse que os governos não fizeram "mais do que a obrigação". "Esse dinheiro é nosso, dos impostos que pagamos. Não é um favor, é obrigação. Temos que parar de ter políticos de estimação".

